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A ÚLTIMA CIDADE DO PIAUÍ

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Desde 2009 que desafiamos nossa igreja e as igrejas batistas em geral para alcançarmos todas as cidades do Estado com a presença de uma congregação. Muito já foi feito, pois reduzimos o número de cidades sem a presença batista, que era de 86 para 42 cidades. Houve um grande despertamento e um voltar do olhar para o interior. Nossa igreja, neste período, plantou 11 congregações no interior. Recebemos o apoio de muitas igrejas, instituições e irmãos individuais. Nossa gratidão se estende à Convenção Batista Piauiense, à Junta de Missões Nacionais, à Primeira Igreja Batista de Vitória (ES), à Segunda Igreja Batista do Plano Pilo (DF), União de Homens da Igreja Batista Jardim das Oliveiras (DF), à Missão Internacional da Esperança (IMHOPE-EUA), PIB de Castelo do Piauí, PIB de Campo Maior, Piauí, Igreja Batista Emanuel, Floriano, Piauí, PIB de Gilbués, Piauí, e a muitos irmãos, entre estes: Pr Sócrates Oliveira de Souza, Airton Rabelo, Airton Vasconcelos, Charize e Jivago, Amanda Feitosa, Marcus Freitas, Ricardo Azevedo Araújo, Marlene Feitosa, Ditimar Britto, e muitos outros. Deus tem movido seus servos, em vários estados e países, para apoiar a obra missionária em nosso estado. Nosso alvo é chegar à última cidade em 10 anos, já se passaram 4, só restam 6.

Isto é possível? Plenamente! Sou motivado por Deus, mas também pelas notícias de outros estados, onde este alvo se tornou realidade. Foi o que li hoje em “O Jornal Batista” sobre o alvo alcançado no Mato Grosso do Sul. A notícia foi publicada na página 9, da edição de 12/1/2014, sob o título “sonho alcançado: batistas estão em todos os municípios de MS”, pelo Departamento de Comunicação da Convenção Batista do Mato Grosso do Sul. Louvo a Deus por esta vitória de nossos irmãos Mato-grossenses e fico na expectativa de nossa comemoração, Leia o artigo:

A Coordenadoria de Missões Estaduais da Convenção Ba­tista Sul-Mato-Grossense realizou no dia 29 de novembro, em conjunto com a PIB em Mundo Novo, o culto de inauguração do tra­balho batista no município de Japorã, o último municí­pio de MS onde ainda não havia trabalho da nossa de­nominação. “Há muitos anos a Con­venção vem sonhando e este sonho passou pelos executi­vos, pelos conselhos que for­maram a CBSM e por último foi sonhado pelos integrantes do Núcleo Gestor”, declara o pastor Paulo José da Silva, da Coordenadoria de Missões Estaduais da CBSM, relatando a importância da implantação do trabalho batista em todos os municípios do estado de Mato Grosso do Sul.

EXPANSÃO

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No início de 2013 os ba­tistas ainda não estavam pre­sentes em três municípios do estado: Caracol, Paraíso das Águas e Japorã. Em fevereiro, a PIB em Bela Vista iniciou os trabalhos em Caracol. Em agosto a PIB em São Gabriel do Oeste começou os traba­lhos em Paraíso das Águas. Faltava, então, apenas a ci­dade de Japorã. Dia 29 de novembro, às 19h30 deu-se início ao trabalho batista na última cidade do estado que ainda não possuía a presença dos batistas de forma oficial.

Com a presença de 58 pes­soas e a representação das seguintes igrejas – PIB em Mundo Novo, IB do Cente­nário em Iguatemi, PIB em Eldorado, PIB em Itaquirai, Memorial em Naviraí; e os pastores: Paulo José da Silva, Elias Carvalho de Aragão, Marcelo Oliveira, Ivaldemar de Moura Gusmão, Jorge Andrey e Marcos Antonio Ardaia, foi dado início às atividades da Missão Batista em Japorã.

“Depois de anos sonhan­do, agora podemos dizer que Mato Grosso do Sul tem a pre­sença dos Batistas em todos os seus municípios”, declara com alegria o pastor Paulo José.

Cledinéia Andrade Garcia, missionária de Missões Esta­duais, já está trabalhando com três famílias em Japorã, sendo que uma delas é um casal batista vindo do Paraguai e que chegou recentemente na­quele município. Deus já está agregando as almas à Missão Batista em Japorã.

Conforme declara o pastor Paulo José da Silva, “o tra­balho não acabou, pois em muitos municípios as igrejas ou missões e, até mesmo pontos de pregações ou cé­lulas, ainda são trabalhos iniciantes sem condições de sobreviverem sozinhas sem o apoio direto das igrejas mães, associações e da Convenção estadual. Por isso precisamos orar, ofertar e nos colocar à disposição para irmos a estes lugares que precisam muito dos Batistas Sul-Mato-Grossenses para continuar a pregação do evangelho”.

O sonho de implantar trabalho batista em todos os municípios do estado de Mato Grosso do Sul já foi concretizado

O campo é vasto e a colhei­ta precisa ser feita. “Estamos muito felizes, pois nossos al­vos têm sido alcançados, mas não nos deslumbramos, pois sabemos que ainda há muito a ser feito em nosso estado. Continuaremos trabalhando e contamos com cada uma das igrejas e missões batistas do Mato Grosso do Sul para levantarmos a bandeira do evangelho através de Mis­sões”, conclui pastor Paulo José da Silva.

 

 

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AVANÇAR É PRECISO

As 57 cidades sem a presença Batista

Quando Moisés libertou o povo de Israel do Egito, e quando se detiveram diante do Mar Vermelho, e o exército egípcio se aproximava, a ordem do Senhor foi: “dize aos filhos de Israel que marchem” (Ex 14.15). Apesar da reclamação do povo, do medo de morrer nas mãos do exército que se aproximava, a ordem era para avançar. O mar não era impedimento. Na caminhada de libertação não era possível recuar, nem ficar parado. Avançar era preciso.

Nossa caminhada de libertação continua. Olhando a trajetória para plantar uma congregação em cada cidade do Piauí, em agosto de 2010, quando fizemos o mapeamento do Estado, eram 80 cidades não alcançadas. Hoje, dois anos depois, são apenas 57. Avançamos muito! Todavia, não dá para ficar parado contemplando o avanço. Também não é possível recuar, mesmo que o mar à frente pareça impossível de atravessar. A ordem é inequívoca: “dize aos filhos de Israel que marchem”. Deus tem se mostrado presente para que não haja dúvidas que a ordem é Dele. Quer ver como? Explica, como foi possível alcançar 23 cidades em dois anos? Se isto ocorreu é porque Deus nos deu as condições e abriu as portas. Humanamente não faríamos isto. Em nosso caso pessoal, da PIB, em pouco mais de três anos entramos em 7 cidades, construímos templos em duas e estamos reformando de mais uma. Com as condições econômicas que temos isto seria impossível, não fosse o suprimento do Senhor. Deus está conosco e está mostrando de forma indubitável!

Depois da construção do templo em Nazaré e do impacto evangelístico que fizemos na cidade, dos dias 11 a 17 de agosto passado, voltamos os olhares para Santa Cruz dos Milagres, onde iniciamos a Congregação há pouco mais de dois meses. Visitamos a cidade para estudar uma estratégia de ação. Na equipe de visitação estavam: Pr Gilvan Barbosa, Pr Aías de Souza, Pr Alben Gaston, David Paulo e Roberval Nascimento. Fomos à Prefeitura, aos locais de atividades religiosas e à nossa Congregação. Discutimos muitas possibilidades de ação. Há uma expectativa de participação direta da Missão Internacional da Esperança (IMHOPE) e da Semmes First Baptist Church. Ore para que o Senhor nos direcione na concretização das parcerias e para que nos dê sabedoria e discernimento para sabermos que estratégias usar para libertação daquela população da idolatria.

Que desafios são percebidos em Santa Cruz dos Milagres? Primeiro, os que vivem na cidade, uma população de 3.334 habitantes, cuja existência social e econômico-financeira gira em torno da religiosidade. Segundo, a população flutuante, isto é, aqueles que ali passam anualmente, indo de várias cidades do Estado, bem como do Maranhão e Ceará. Alcançados pelo evangelho serão como os dispersos que “iam por toda parte, anunciando a Palavra” (At. 8.4). Terceiro, as cidades da circunvizinhança sem a presença Batista, como Aroazes (6.025 habitantes), Beneditinos (9.860 habitantes), Prata (3.117 habitantes), São Felix (3.397 habitantes) e São Miguel da Baixa Grande (2.030 habitantes). Todos estes desafios juntos podem nos parecer um mar intransponível, mas a ordem continua: “dize ao povo que marche”. O Projeto Extreme Impacto está arregimentando jovens para um mutirão de evangelização, em Santa Cruz, de 11 a 14 de setembro. Queremos ver nossa juventude envolvida neste projeto. Já conseguimos recursos para a inscrição de três pessoas, e podemos fazer mais. Nossa Congregação será a base de apoio ao projeto. Vamos marchar!

Avançar é preciso, recuar, jamais!

Pr. Gilvan Barbosa Sobrinho

ATÉ A ÚLTIMA CIDADE

Na caminhada para plantar uma igreja em cada cidade do estado, demos dois passos fundamentais, nos últimos dias: iniciamos a Congregação em Santa Cruz dos Milagres e compramos o terreno para a construção do templo definitivo da congregação em Caxingó do Piauí.

Como quem olha através de uma mira, não podemos perder o foco: a última cidade.

O evangelista Lucas mostra que este era o foco de Jesus: “andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus” (Lc 8.1). Os termos “cidade” e “aldeia” mostram que Jesus desejava alcançar cada aglomerado humano, por menor que o fosse. O verbo “andava”, neste texto, designa uma maneira lenta e demorada de viajar. Significa que Jesus reservava tempo para deter-se em todos os lugares. Ele não tinha pressa, o que desejava mesmo era evangelizar, anunciar “o evangelho do reino de Deus” (Lc 8.1).

Esta visão de alcançar até a última cidade é mostrada por Jesus em vários momentos de sua vida. O mesmo Lucas, no capítulo 4, versos 42 e 43, diz que as multidões procuravam pelo Senhor, mas Ele não as atendeu; sua resposta foi: “é necessário que também às outras cidades eu anuncie o evangelho do reino de Deus”. Jesus demonstra uma clara determinação de não perder o foco de alcançar todas as cidades, e acrescenta: “porque para isso é que eu fui enviado”.

Quando treinou setenta discípulos, e os enviou de dois em dois a pregar, orientou que fossem a “todas as cidades e lugares (aldeias)” (Lc 10.1). E Ele mesmo, escreve Mateus: “percorria todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando toda sorte de doenças e enfermidades” (Mt 9.35).

Olhando as atitudes do Senhor, acima expostas, constrange-nos saber que 72 cidades do Piauí não têm uma igreja ou congregação batista. É bem verdade que, na maioria destas, existem igrejas denominadas de evangélicas. Todavia o índice de não evangélicos, nestas cidades, ultrapassa a casa dos 90%. Não podemos cruzar os braços, transferindo a responsabilidade que o Senhor nos entregou para outros grupos. Até porque o evangelho que cremos e pregamos é o que temos como bíblico, precisamos, portanto, fazê-lo conhecido de nossa gente.

Algumas lições do exemplo do Senhor podem ser anotadas aqui: 1. Até a última cidade deve ser nosso foco; não devemos nos desviar desta meta; 2. Mesmo que as multidões nos procurem (e elas também precisam da mensagem), não devemos nos deter pela “síndrome dos números”; “é necessário que também anunciemos às cidades e povoados”; 3. Precisamos fazer essa obra sem pressa, gastando tempo para anunciar, pregar e ensinar; não queremos seguidores da igreja, mas discípulos de Cristo. Não se forma discípulo com pressa; 4. Temos que treinar pessoas e enviá-las com o mesmo propósito: “todas as cidades e lugares (aldeias)”; 5. Jesus entendia que havia sido enviado ao mundo para alcançar todas as cidades e povoados. Você também foi enviado por Deus a este mundo com o mesmo propósito. Esta é a razão de sua salvação (I Pe 2.9). Avencemos enquanto é dia!

P.S. Esta mensagem foi escrita para os membros da Primeira Igreja Batista em Teresina, que aceitaram o desafio de plantar uma igreja em cada cidade do Estado do Piauí nos próximos dez anos. Se você, de alguma forma, deseja nos ajudar nesta caminhada; se Deus falou ao seu coração e está lhe movendo neste sentido, entre em contato conosco pelo e-mail pibdeteresina@gmail.com. Só para sua anotação em oração: o Piauí AINDA É (oro e trabalho para que deixe de ser) o Estado menos evangelizado do Brasil, apenas 9,7% de evangélicos.

Pr Gilvan Barbosa

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