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Dói ser brasileiro

Doi ser brasileiro

Após a massacrante derrota do Brasil, nas semifinais da copa 2014, para a Alemanha por 7×1, o clima no país era de luto. Jogadores e torcedores choravam copiosamente. Vendo tanto choro e tristeza, pensei: dói ser brasileiro. E a dor não é apenas pela desclassificação em uma copa sediada pelo Brasil e tida como conquista certa. Não! A dor de ser brasileiro é por motivos muito mais sérios (não que a copa não seja).

Dói ser brasileiro por ver nossos governantes decidirem sediar uma copa bilionária ao invés de investir em saúde, educação e segurança. Estes itens dizem do futuro da nação, copa teremos uma a cada quatro anos.

Dói saber que nosso país, segundo dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), em um ranking da educação em 36 países, ocupa a penúltima posição, à frente somente do México.

É doloroso ser brasileiro e ver nosso país, em uma pesquisa divulgada pela agência de notícias Bloomberg, entre 48 países do mundo, ficar na última posição entre os sistemas de saúde do mundo inteiro.

É pra chorar com os olhos e o bolso ver um estudo realizado com os 30 países do mundo com maior carga tributária, apresentar o Brasil como a 12ª maior carga tributária do mundo, a maior carga tributária do mundo sobre a folha de pagamento e ter o pior desempenho em retorno de serviços públicos à população. Dói ou não dói isto?

Ah! Como dói! E é de chorar duas copas seguidas saber que o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de consumo de material de pedofilia.

Como dói ser brasileiro e viver em um país que ocupa o 94º lugar no índice de 162 países no trabalho escravo.

Completo o meu balde de lágrimas lembrando que, segundo a OCDE o Brasil tem a segunda pior distribuição de renda do mundo.

Já que você chorou pela perda da conquista da copa, chore mais, pois ela custou mais que as três últimas copas juntas. Este gasto exorbitante, e nem sempre empregado com a qualidade que deveria, vai redundar em um aperto econômico ainda maior para nosso povo sofrido.

O que fazer? Continuar chorando? Ficar lamentando tantos desmandos? Como brasileiro cristão tomo uma decisão e lhe convido a segui-la:

1. Vou orar mais pelo Brasil, nossa gente e nossos líderes. A oração possibilita a ação de Deus para a salvação das pessoas, mas também para mudança de proceder das lideranças. E aqui não é uma questão de um líder ser cristão, mas de uma intervenção de Deus para mudanças no rumo da história. É só olhar o Velho Testamento e ver como Deus agiu com reis ímpios para permitir, por exemplo, o retorno de seu povo a Jerusalém, após o cativeiro babilônico. Diz a Palavra: “Como corrente de águas é coração do rei na mão do Senhor; ele o inclina para onde quer” (Pv 21.1)

2. Vou pregar mais o evangelho a minha gente. Não há mudança de caráter sem o evangelho. O evangelho é o poder de Deus para salvação de todo o que crê (Rm, 1.16). É pelo evangelho que Deus faz nascer novos homens em velhos corpos. A corrupção brasileira precisa ser confrontada com o evangelho. Preguemos em tempo e fora de tempo, para que um Brasil novo ressurja das cinzas deste Brasil velho e o nosso choro se transforme em cântico de alegria!

 Pr. Gilvan Barbosa

Como Pastores Feridos podem encontrar a cura

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Por Charles Stone

Feridas. Uma condição deste lado do céu que todos teremos de enfrentar de vez em quando. Pastores não são imunes.

Eu tenho sido ferido, e você provavelmente tenha sido também. Se você está ferido agora por causa do que alguém em sua igreja ou de uma, o que você deve fazer?

Considere estas cinco escolhas críticas que podem ajudá-lo a lidar com sua dor.

1. Reconheça sua resposta comportamental básica quando você é ameaçado

Deus fez os nossos cérebros para agir rapidamente quando nos sentimos ameaçados. Quando nos sentimos diante do perigo ou ameaça nossos neurônios nos permitem responder rapidamente. Apesar de serem rápidos a responder, eles não diferenciam muito bem entre um tigre de verdade na floresta (perigo real quando precisamos correr para não sermos comidos) e um tigre de papel (alguém em sua igreja que disse algo doloroso para você).

Aqui estão as quatro respostas básicas que podemos apresentar diante da dor. Quando nos tornamos conscientes de qual é a nossa reação predominante, podemos então nos tornar mais pró-ativos.

Luta: Nós reagimos, ficamos na defensiva, gritamos, nos recusamos a ceder.

Fuga: Cortamos fisicamente ou emocionalmente a nós mesmos, nos tornamos passivos-agressivos, paramos de falar, desligamos.

Congelar: Não tomamos qualquer posição, ficamos neutros e não fazemos nada quando deveríamos fazer alguma coisa.

Apaziguar: Tentamos manter a paz a qualquer preço, comprometemos nossas convicções, mesmo que a pessoa a continue em seu comportamento prejudicial.

2. Aja com amor

Jesus disse em Lucas 6.27 que devemos amar nossos inimigos. A palavra amor é a palavra ágape, um amor que não se baseia nos méritos da outra pessoa.

Este amor não é algo que acontece com você (ou seja, como alguém que “cai” no amor). Pelo contrário, o amor ágape é uma escolha de nossa vontade à superintendência do Espírito Santo, que nos permite amar o agressor mesmo quando não sentimos isto.

É um “agir como se” tipo de amor.

3. Guarde sua língua

Quando alguém nos machuca, é fácil perder o controle sobre o que dizemos em troca. Jesus diz em Lucas 6.28 que devemos abençoar os que nos maldizem.

Abençoar é o oposto de amaldiçoar. Usamos nossas palavras de maneira que honre a Deus, em vez de sermos vingativos.

4. Deseje o melhor para o seu ofensor

Mais uma vez em Lucas 6, Jesus faz algumas declarações surpreendentes sobre como devemos tratar aqueles que nos feriram: Virar a outra face, abençoá-los, orar por eles.

Quando Jesus faz estas declarações ele não proibiu a autodefesa. Isto também não significa que devemos orar para que o nosso inimigo continue em suas formas prejudiciais. Pelo contrário, Ele está dizendo que quando oramos, oramos para o melhor de Deus para essa pessoa. Muitas vezes a sua maior necessidade é para o verdadeiro arrependimento, para que possam experimentar o perdão de Deus.

John Piper adequadamente explica o que significa orar e desejar o melhor para os nossos ofensores:

“Oração para os seus inimigos é uma das formas mais profundas de amor, porque isso significa que você quer que algo de bom aconteça com eles. Você pode fazer coisas boas para o seu inimigo, sem qualquer desejo genuíno de que as coisas vão bem com eles. Mas, a oração por eles é na presença de Deus, que conhece o seu coração e em oração você está intercedendo a Deus com seu nome. Pode ser para a sua conversão. Pode ser para o seu arrependimento. Pode ser que eles sejam despertados para a inimizade que há em seus corações. Pode ser que eles vão ser parados em sua espiral descendente de pecado, mesmo que leve doença ou calamidade para fazê-lo. Mas a oração que Jesus tem em mente aqui é sempre para o bem deles”.

5. Incline-se para Jesus

Os mandamentos de Jesus em Lucas 6 podem parecer declarações sem sentido. Se você foi profundamente magoado, estas primeiras quatro opções são impossíveis de se realizarem somente por sua força de vontade. É preciso ter força sobrenatural para responder de uma forma piedosa para aqueles que nos magoam profundamente. Quando nos inclinamos para Jesus e respondemos adequadamente a tal mágoa, agimos mais como Deus.

Quando nos inclinamos para Ele, o Espírito Santo nos dará a força que precisamos para não ceder às nossas respostas padrões. Ao contrário, Ele nos dará a sabedoria, resistência e força para responder ao nosso ofensor de forma que honre a Deus.

Fonte: http://www.churchleaders.com/pastors/pastor-articles/174927-charles-stone-wounded-pastors-find-healing.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=clpastors_newsletter&utm_content=6/11/2014+4:02:11+PM. Tradução livre.

 

O INIMIGO INVISÍVEL

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No dia 26 de abril de 2011 o mundo lembrou os vinte e cinco anos do maior acidente nuclear da história da humanidade: a explosão do reator da usina nuclear de Chernobyl. Em uma entrevista à rádio Jovem Pan o físico brasileiro José Goldemberg disse: “ninguém sabia o que fazer, pois era lidar com um inimigo invisível”. Segundo estimativas da ONU 4.000 pessoas morreram após a tragédia, mas a Comissão Nacional para Proteção contra Radiação da Ucrânia aponta o número de 500.000 mortos.

Ao ouvir a entrevista, fiquei pensando nas palavras de Paulo à igreja de Éfeso: “Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas” (Ef 6.12). Temos um inimigo invisível. Se Chernobyl ceifou 500 mil vidas, nosso inimigo tem levado milhões e milhões. Infelizmente não temos nos apercebido disto. Continuamos frenqüentando os templos como se estivéssemos lidando com algo concreto, visível, humano. Achamos que nossos planejamentos estratégicos, nossas programações resolverão o problema. Paulo nos diz que isto é engano, e recomenda que usemos as armas, as ferramentas certas: “Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar” (Ef 6.13). Entre as peças desta armadura divina o apóstolo menciona a Palavra de Deus (Ef 6.17), a Oração (Ef 6.18) e a fé em Cristo Jesus (Ef 6.16).

Tendo na memória Chernobyl e agora, mais recentemente, Fukushima, no Japão, onde mais vidas foram dizimadas, como disse Goldemberg, pelo inimigo invisível, não posso esquecer as vidas ceifadas, em nossos lares, por aquele que domina “completamente este mundo de escuridão” (Ef 6.12). Se você parar um pouco e olhar sua trajetória cristã, poderá fazer uma longa lista de filhos de crentes que, outrora, viveram em nossos templos vibrando, pregando, louvando, e hoje foram vencidos pelo “inimigo invisível”. Isto não lhe comove? E o que dizer de maridos e esposas que também foram ficando pelo caminho? Já não estão conosco. Deixaram a trincheira da batalha. Foram vencidos. Você pode apresentar várias justificativas e explicações, mas só uma é biblicamente correta: não estamos lutando com as armas divinas. Estamos lutando com nossas próprias forças e armas, que são facilmente vencidas.

Quero convocá-lo a uma intensa campanha de oração pelas famílias da igreja. Queremos colocá-las sob a proteção de Deus, mas também resgatar do domínio do inimigo os filhos, esposos e esposas que foram feridos na batalha. A guerra não terminou, ainda é tempo para salvar os que foram levados. Faça um compromisso de levar toda a sua família aos cultos e à EBD. Empenhe-se conosco nesta batalha.

Pr Gilvan Barbosa

Jesus é a nossa Páscoa

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A Páscoa que comemoramos tem sua origem no Velho Testamento, quando da saída do povo de Israel do Egito, depois de 430 anos de escravidão. Quando Deus mandou Moisés a Faraó, para que libertasse o povo de Israel, Deus mesmo endureceu o coração de Faraó, para exercer juízo sobre todos os deuses egípcios. Deus mandou sobre a nação 10 pragas. Deus queria que seu povo, e o povo egípcio entendessem que não há outro Deus além de Jeová. A décima praga foi a morte dos primogênitos. O povo de Deus foi orientado a se reunir em famílias, todos prontos para partir. Deveriam, naquela noite, matar um cordeiro sem defeito, e comer sua carne com ervas amargas e pão sem fermento, para lembrar os anos de sofrimento passados na escravidão. O sangue do cordeiro deveria ser passado nos umbrais das portas, para que o anjo da morte não entrasse em suas casas.

Naquela noite o anjo da morte entrou no palácio e na choupana, na mata e no curral. Todos os primogênitos na terra do Egito morreram, com exceção dos filhos do povo de Deus. Por causa do sangue do cordeiro o anjo da morte passou por cima (daí a palavra Páscoa) das casas dos israelitas. Seus filhos foram livres da morte pelo sangue do cordeiro.

Páscoa é saída, é liberdade da escravidão, é salvação da morte. Cristo é a nossa Páscoa (I Co 5.7). Por seu sangue saímos do mundo do pecado, fomos libertos da escravidão e salvos da morte eterna (Jo 8.34,36; 11.35; 5.24).

A Páscoa tirou o povo de Israel da escravidão do Egito e o colocou em peregrinação ruma à terra prometida. A Páscoa cristã lembra o sacrifício de Cristo, que tira o homem pecador da escravidão do pecado, e o coloca em peregrinação ruma à terra prometida, o céu, a Nova Jerusalém Celestial. Quando uma pessoa aceita Cristo como Salvador, esta pessoa é liberta da escravidão do pecado, deixa o “Egito” e começa a caminhar rumo à Canaã Celestial. Por isso Pedro diz que somos “peregrinos e forasteiros” (I Pe. 2.11) neste mundo. Nossa pátria não é aqui. Como o povo de Israel, saímos da escravidão e estamos numa caminhada em busca da terra prometida.

O sangue teve de ser aspergido nos umbrais das casas. Se alguém tivesse rejeitado o sangue do cordeiro, seu primogênito teria morrido. Quem creu foi salvo. Quem não creu foi condenado.

João disse que Jesus era o cordeiro de Deus. Filipe disse para o eunuco que vinha lendo Isaías 53, que o Cordeiro era Jesus (At 8.35). Paulo disse para a igreja de Corinto que Cristo é o nosso Cordeiro Pascal (I Co 5.7). Pedro disse que fomos remidos pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo (I Pe 1.18-20). Jesus lhe foi apresentado a João, em sua visão do céu, como o Cordeiro que foi morto, mas está vivo pelos séculos dos séculos (Ap 5.6).

Jesus é o Cordeiro de Deus para tirar o pecado do mundo. Não é a vida do Cordeiro que salva. Não é o exemplo do Cordeiro que redime. Não é a presença do Cordeiro na família que livra da morte. O cordeiro tinha que ser morto. É a morte de Cristo que nos traz a salvação. Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados (Hb. 9.22). Ninguém é salvo pelos ensinos de Jesus, mas sim, por seu sangue. É a morte de Cristo que nos traz salvação. Quem crê será salvo, quem não crê já está condenado (Jo 3.18,36)

Pr Gilvan Barbosa

NÃO PERCA A APROVAÇÃO DE DEUS

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Como vai o seu viver diante de Deus? Você pode dizer com tranquilidade que tem Dele a aprovação? Hoje quero chamar sua atenção para o perigo de perdermos a aprovação de Deus. Há muita gente enganada, achando que Deus vai aprovar sua vida e suas ações pelo fato de terem cumprido ritos religiosos: frequentado a igreja, lido a Bíblia, sido batizado ou ofertado para a igreja. A história bíblica está repleta de exemplos de pessoas que foram aprovadas por Deus, mas que, por conta de seus desvios, Deus lhes retirou a aprovação. Diria que Deus lhes tirou a unção, a bênção.

Um destes, citado nas páginas das escrituras sagradas, foi Sansão. Sansão nasceu de forma milagrosa, através de uma promessa de Deus. Ele cresceu, “e o Senhor o abençoou, e o Espírito de Deus começou a agir nele” (Jz 13.24,25). Mas, Sansão era de um caráter fútil e envolveu-se com mulheres e a prostituição. O resultado deste estilo de vida foi o Senhor lhe retirar a aprovação (Jz 16.20). O homem que nasceu para liderar o povo de Deus, e livrá-lo dos filisteus, morreu cego, soterrado em um templo pagão.

Outro que perdeu a aprovação foi Eli. Eli liderou o povo de Israel por quarenta anos. Eli sabia dos pecados de seus filhos, mas não os disciplinava, apenas os reprendia verbalmente: “— Por que é que vocês estão fazendo essas coisas? Todos me falam do mal que vocês estão praticando. Parem com isso, meus filhos!” (I Sm 2.23,24). Como o sacerdote não disciplinou seus filhos, não os afastou do ofício sacerdotal, Deus mesmo decidiu discipliná-los. “Eu, o Senhor, o Deus de Israel, prometi no passado que a sua família e os seus descendentes me serviriam para sempre como sacerdotes. Mas agora eu digo que isso não vai continuar. Pois respeitarei os que me respeitam, mas desprezarei os que me desprezam. Olhe! Está chegando o tempo em que eu matarei todos os moços da sua família e da família do seu pai para que nenhum homem da sua família chegue a ficar velho. Hofni e Finéias, os seus dois filhos, morrerão no mesmo dia, e isso será uma prova para você de que o que eu disse é verdade”  (I Sm 2.30-31,34). Em uma batalha com os filisteus, os dois filhos de Eli foram mortos, e morreram também trinta mil israelitas, e os filisteus levaram a arca da aliança. O velho sacerdote, ao ouvir a notícia de que os filisteus haviam levado a arca, que Deus estava cumprindo a reprovação que havia prometido à sua descendência, caiu, quebrou o pescoço e morreu. Deus reprovou o sacerdote Eli.

As páginas das Escrituras estão repletas de exemplos de homens a quem Deus inicialmente aprovou, mas depois reprovou, porque suas vidas contradiziam a fidelidade do início. Foram homens que começaram bem, mas terminaram mal. Lembra de Saul? Salomão? Pois é, estes entram na lista dos aprovados no começo, mas reprovados no final. E você, como se encaixa neste quadro? “E tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai, e serve-o com coração perfeito e espírito voluntário; porque o Senhor esquadrinha todos os corações, e penetra todos os desígnios e pensamentos. Se o buscares, será achado de ti; porém, se o deixares, rejeitar-te-á para sempre” (I Cr 28.9).

 Pr Gilvan Barbosa

A ÚLTIMA CIDADE DO PIAUÍ

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Desde 2009 que desafiamos nossa igreja e as igrejas batistas em geral para alcançarmos todas as cidades do Estado com a presença de uma congregação. Muito já foi feito, pois reduzimos o número de cidades sem a presença batista, que era de 86 para 42 cidades. Houve um grande despertamento e um voltar do olhar para o interior. Nossa igreja, neste período, plantou 11 congregações no interior. Recebemos o apoio de muitas igrejas, instituições e irmãos individuais. Nossa gratidão se estende à Convenção Batista Piauiense, à Junta de Missões Nacionais, à Primeira Igreja Batista de Vitória (ES), à Segunda Igreja Batista do Plano Pilo (DF), União de Homens da Igreja Batista Jardim das Oliveiras (DF), à Missão Internacional da Esperança (IMHOPE-EUA), PIB de Castelo do Piauí, PIB de Campo Maior, Piauí, Igreja Batista Emanuel, Floriano, Piauí, PIB de Gilbués, Piauí, e a muitos irmãos, entre estes: Pr Sócrates Oliveira de Souza, Airton Rabelo, Airton Vasconcelos, Charize e Jivago, Amanda Feitosa, Marcus Freitas, Ricardo Azevedo Araújo, Marlene Feitosa, Ditimar Britto, e muitos outros. Deus tem movido seus servos, em vários estados e países, para apoiar a obra missionária em nosso estado. Nosso alvo é chegar à última cidade em 10 anos, já se passaram 4, só restam 6.

Isto é possível? Plenamente! Sou motivado por Deus, mas também pelas notícias de outros estados, onde este alvo se tornou realidade. Foi o que li hoje em “O Jornal Batista” sobre o alvo alcançado no Mato Grosso do Sul. A notícia foi publicada na página 9, da edição de 12/1/2014, sob o título “sonho alcançado: batistas estão em todos os municípios de MS”, pelo Departamento de Comunicação da Convenção Batista do Mato Grosso do Sul. Louvo a Deus por esta vitória de nossos irmãos Mato-grossenses e fico na expectativa de nossa comemoração, Leia o artigo:

A Coordenadoria de Missões Estaduais da Convenção Ba­tista Sul-Mato-Grossense realizou no dia 29 de novembro, em conjunto com a PIB em Mundo Novo, o culto de inauguração do tra­balho batista no município de Japorã, o último municí­pio de MS onde ainda não havia trabalho da nossa de­nominação. “Há muitos anos a Con­venção vem sonhando e este sonho passou pelos executi­vos, pelos conselhos que for­maram a CBSM e por último foi sonhado pelos integrantes do Núcleo Gestor”, declara o pastor Paulo José da Silva, da Coordenadoria de Missões Estaduais da CBSM, relatando a importância da implantação do trabalho batista em todos os municípios do estado de Mato Grosso do Sul.

EXPANSÃO

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No início de 2013 os ba­tistas ainda não estavam pre­sentes em três municípios do estado: Caracol, Paraíso das Águas e Japorã. Em fevereiro, a PIB em Bela Vista iniciou os trabalhos em Caracol. Em agosto a PIB em São Gabriel do Oeste começou os traba­lhos em Paraíso das Águas. Faltava, então, apenas a ci­dade de Japorã. Dia 29 de novembro, às 19h30 deu-se início ao trabalho batista na última cidade do estado que ainda não possuía a presença dos batistas de forma oficial.

Com a presença de 58 pes­soas e a representação das seguintes igrejas – PIB em Mundo Novo, IB do Cente­nário em Iguatemi, PIB em Eldorado, PIB em Itaquirai, Memorial em Naviraí; e os pastores: Paulo José da Silva, Elias Carvalho de Aragão, Marcelo Oliveira, Ivaldemar de Moura Gusmão, Jorge Andrey e Marcos Antonio Ardaia, foi dado início às atividades da Missão Batista em Japorã.

“Depois de anos sonhan­do, agora podemos dizer que Mato Grosso do Sul tem a pre­sença dos Batistas em todos os seus municípios”, declara com alegria o pastor Paulo José.

Cledinéia Andrade Garcia, missionária de Missões Esta­duais, já está trabalhando com três famílias em Japorã, sendo que uma delas é um casal batista vindo do Paraguai e que chegou recentemente na­quele município. Deus já está agregando as almas à Missão Batista em Japorã.

Conforme declara o pastor Paulo José da Silva, “o tra­balho não acabou, pois em muitos municípios as igrejas ou missões e, até mesmo pontos de pregações ou cé­lulas, ainda são trabalhos iniciantes sem condições de sobreviverem sozinhas sem o apoio direto das igrejas mães, associações e da Convenção estadual. Por isso precisamos orar, ofertar e nos colocar à disposição para irmos a estes lugares que precisam muito dos Batistas Sul-Mato-Grossenses para continuar a pregação do evangelho”.

O sonho de implantar trabalho batista em todos os municípios do estado de Mato Grosso do Sul já foi concretizado

O campo é vasto e a colhei­ta precisa ser feita. “Estamos muito felizes, pois nossos al­vos têm sido alcançados, mas não nos deslumbramos, pois sabemos que ainda há muito a ser feito em nosso estado. Continuaremos trabalhando e contamos com cada uma das igrejas e missões batistas do Mato Grosso do Sul para levantarmos a bandeira do evangelho através de Mis­sões”, conclui pastor Paulo José da Silva.

 

 

NÃO BASTA SER MÃE, TEM QUE PARTICIPAR!

 

 

 

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Está chegando mais um dia das mães. Quero aqui expressar minha gratidão a Deus pela mãe que me deu, mas também externar minhas felicitações a todas as mães por seu dia. Em uma sociedade carente de referenciais o conceito de maternidade vai se deteriorando. Tornou-se comum notícia de filhos abandonados em lixeiras ou mortos por aquelas que os geraram. Fica uma angústia, misto de vazio, e um sentimento de perplexidade sobre futuro da sociedade humana. O que está reservado aos que hoje são gerados sem carinho, sem o aconchego de um colo materno? O aumento da criminalidade, do uso de drogas, da violência infanto-juvenil nos apresenta um vislumbre da resposta a esta indagação.

Ser mãe é mais que gerar uma vida, envolve a participação efetiva na formação do caráter do ser gerado. Encontramos, no Antigo Testamento, em Joquebede, um exemplo de mãe participativa. Ela nasceu escrava, no Egito. Mesmo em uma situação desfavorável, conseguiu fazer de seus três filhos líderes do povo de Israel. Aarão tornou-se sacerdote, Miriã, líder espiritual, e Moisés, o grande legislador.

Joquebede era uma mulher perceptiva em relação a seu filho. “Viu que ele (Moisés) era formoso” (Êx 2.2). O termo bíblico indica que ela percebeu algo extraordinário nele. Ela tinha visão espiritual de alguém que, por causa da intimidade com Deus, via além daquilo que era comum e normal. Por conta desta comunhão, e da confiança na soberania de Deus, escondeu o menino por três meses, mesmo sabendo que a ordem de Faraó era para que todos os meninos filhos de judeus fossem mortos. Imagine os riscos que esta mãe correu e a apreensão em esconder o filho e, por vezes, abafar-lhe o choro!

Não conseguindo mais esconder a criança, Joquebede elaborou um plano para preservar sua vida. Preparou-lhe um cesto e o betumou, para não entrar água; colocou-o na correnteza do rio e pôs a filha para acompanhar o trajeto do mesmo. O texto indica que o plano foi elaborado para que o cesto fosse colocado na correnteza, na hora, e na direção do local em que a filha de Faraó costumava banhar-se. Tudo ocorreu como planejado: o cesto desceu a correnteza rumo ao local em que a filha de Faraó ficava, e esta vendo-o, compadeceu-se da criança. A irmã, já previamente orientada pela mãe, aproximou-se e ofereceu uma ama para cuidar do bebê. Proposta aceita, Miriã trouxe a própria mãe para cuidar do filho, e ainda foi assalariada.

Joquebede cuidou do filho nos primeiros sete anos de vida, tempo suficiente para formação de um caráter comprometido com Deus. Tão fortes foram seus ensinos, que Moisés, ao crescer, “recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que ter por algum tempo o gozo do pecado, tendo por maiores riquezas o opróbrio de Cristo do que os tesouros do Egito” (Hb 11.24-26).

Que a vida de Joquebede sirva de inspiração às mães em seu dia!

Gilvan Barbosa Sobrinho

 

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