Um canto para leitura e reflexão

FELIZ PÁSCOA!

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Quando desejamos “Feliz Páscoa!” a alguém, o que de fato desejamos? O que vai implícito em nosso desejo? O que é de fato uma Páscoa Feliz?

Precisamos lembrar que a Páscoa que comemoramos tem sua origem no Velho Testamento, quando da saída do povo de Israel do Egito, depois de 430 anos de escravidão.

Quando Deus mandou Moisés a Faraó, para que libertasse o povo de Israel, Deus mesmo endureceu o coração de Faraó, para exercer juízo sobre todos os deuses egípcios. Deus mandou sobre a nação 10 pragas. Deus queria que seu povo, e o povo egípcio entendessem que não há outro Deus além de Jeová. A décima praga foi a morte dos primogênitos. O povo de Deus foi orientado a se reunir em famílias, todos prontos para partir. Deveriam, naquela noite, matar um cordeiro sem defeito, e comer sua carne com ervas amargas e pão sem fermento, para lembrar os anos de sofrimento passados na escravidão. O sangue do cordeiro deveria ser passado nos umbrais das portas, para que o anjo da morte não entrasse em suas casas.

Naquela noite o anjo da morte entrou no palácio e na choupana, na mata e no curral. Todos os primogênitos na terra do Egito morreram, com exceção dos filhos do povo de Deus. Por causa do sangue do cordeiro o anjo da morte passou por cima (daí a palavra Páscoa) das casas dos israelitas. Seus filhos foram livres da morte pelo sangue do cordeiro.

Perceba que na Páscoa judaica estão presentes muitos elementos figurativos: o cordeio, o sangue e a mensagem principal a ser recordada na celebração: a libertação da escravidão egípcia.

Páscoa é saída, é liberdade da escravidão, é salvação da morte.

A Páscoa cristã tem os mesmos elementos da Páscoa judaica: o cordeiro, o Cristo imolado na cruz, o sangue e a mensagem a ser recordada: nossa libertação da escravidão do pecado, o Egito que nos dominava.

Por isso a Palavra de Deus diz que “Cristo é a nossa Páscoa” (I Co 5.7). Ele é o cordeiro de Deus oferecido como sacrifício por nossos pecados (Jo 1.29; I Pe 3.18). Por seu sangue saímos do mundo do pecado, fomos libertos da escravidão e salvos da morte eterna (Jo 8.34,36; 11.35; 5.24). O pecado, embora presente em nossas vidas, não nos escraviza mais. Somos livres!

Ninguém pode experimentar a Páscoa se continua escravo do pecado. Se você não consegue ficar um mês sem sua garrafa de vinho, sem a sua cervejinha gelada, sem a sua tragada ou “cheirada”, você é escravo, portanto, não experimentou a Páscoa.

Se você não é casado e não pode viver sem sexo, você é escravo, portanto não foi livre pelo sangue, não tem Páscoa. Se você é casado, mas não vive sem trair, sem enganar, escravo é, Páscoa não tem.

Feliz Páscoa é para quem está liberto, para quem, embora pecador, não vive no pecado, não é escravo. Então meu desejo é que você tenha de fato uma FELIZ PÁSCOA!

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